+Quem sou eu?

Patricia, ou Pathy. 16 anos.
Curitiba - PR.
Uma garota neurótica, que procura respostas sem saber as perguntas;
Ou alguém que só queria ser tudo o que pode ser.


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+O Blog

Porque simplesmente não existe lugar mais adequado do que um bar movimentado no centro da cidade com a companhia de um café preto para refletir sobre a vida e desligar-se do mundo.
Concluir esse sistema tendo um canto para expressar as proprias reflexões.


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+Curiosidades

• Morei três anos na Itália;
• Tenho medo de palhaços;
• Já fui daminha de casamento;
• Já tive uma coleção de selos, mas não sei o que aconteceu com ela;
• Quando eu tinha 9 anos eu desfilei no dia 7 de setembro com os Escoteiros, mas meu pai não foi me ver, por isso eu vou matar todo mundo, hahaha(?);
• Quando eu tinha 10 anos eu tinha um hamster chamado Jerry, eu amava muito ele, mas um dia ele amanheceu morto, ninguém sabe o que aconteceu, só eu;
• Nunca tive um amigo imaginario quando criança, e isso sempre me deixou um pouco decepcionada;


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+Sonhos

• Aprender francês.
• Ter uma caixinha de leite falante e um gato xadrez.
• Ser jornalista.
• Conhecer o mundo.
• Escrever um livro.

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+Pensamentos

Nem todo bem que conquistei, nem todo mal que eu causei;

me dão direito de poder lhe ensinar;

Banquete de Lixo - Raul Seixas

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+Lendo

A Ponte Para o Sempre;
Richard Bach

"Se você um dia se viu só num mundo de estranhos, sentindo a falta de alguém que nunca conheceu..."

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+Biblioteca

.Aju.
.Acid Minds.
.Blog do Wallacy.
.Contos de Fleming.
.Évis.
.Expresso Para Dois.
.Friskin.
.Gato Doido.
.Gosto Amargo.
.Hello Stranger.
.Hi Clarice.
.Ilusão de Vodka.
.Lar da Lara.
.Nada Pra Mim.
.Passions.
.Pétalas de Papoula.
.Personaletter.
.Por Meg.
.Prosa Perdida.
.Sorrir Pra Não Chorar.
.The One Clown Circus.
.Where Is My Mind.

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+Arquivo

08/06; 09/06;
10/06; 11/06;
02/07; 04/07;
05/07; 06/07;
07/07; 08/07;
09/07; 10/07;
11/07; 12/07;
01/08;
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+Créditos

Blogger
HaloScan
Geocities

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+Link Me




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Antigo Café Preto
Desde 21.08.06

.Layout by Pathy.

[Segunda-feira, Dezembro 24, 2007]



Ela tinha uma chave
mas não sabia pra que usá-la;
E tantas máscaras escondiam aquele amor que um dia alguém lhe ensinou a sentir. Tantas máscaras ocultavam seu olhar, olhar de uma menina que via o mundo grande demais. Passos leves representavam a fraqueza que ela insistia em esconder, e lágrimas escorriam pela sua alma a cada “não” que lhe dirigia. Ela era feliz, mas não sabia. Ela também foi infeliz, e nem disso ela soube. Ela procurava por entre sonhos perdidos o que não conseguia encontrar ao seu lado. Ela tinha tantas palavras, palavras porém que não tinham significado algum aos ouvidos alheios. Apesar de tudo, ela não parava. Não parava porque sabia que ninguém a esperaria.


Editado por Patricia Ranghetti, ás 3:53 PM

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[Sábado, Dezembro 15, 2007]



Derramando esperança pela mesa
na perspectiva de alguém juntá-la e saber usá-la melhor que eu;
Você se lembra quando me disse que a esperança é a última que morre? E quando ela morre, o que acontece? E quando você morrer, o que vai acontecer? Me pergunto se já parou para pensar nisso, ou se nunca conseguiu sair desse seu idealismo de um mundo todo colorido. Você diz que a tristeza é para fracos, mas não vê que a tristeza é uma maneira da gente aprender a crescer. Você nunca derramou lágrimas por alguém. Você nunca cedeu seu espaço. Sei que disse que lágrimas não valem nada, apenas maltratam o coração, mas isso não tem mais importância. Você me acompanhou a cada passo leve, degustando o sabor da minha própria destruição.


Editado por Patricia Ranghetti, ás 7:02 PM

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[Quarta-feira, Dezembro 12, 2007]


Quando a chuva passar
os dias serão melhores, atrás de tudo aquilo que não existiu;
Quando eu te ver passar, o que poderia fazer? Segurar a vontade sedenta de estar entre seus braços, e poupar-me da humilhação de sempre te perder. De que vale o amor? O que resta do coração, quando aquela última esperança acaba? E o que farei ao pensar em ti? Que outra dor eu poderia sentir além a da derrota? Não, isso não é mais uma dor, nada mais se torna dor. É só mais um momento que logo se tornará tão insignificante quanto qualquer outro. Não existe amor, não existe dor, só existe isso. Isso...
Foi-se o tempo em que eu me permiti sofrer por “isso”. É que a vida é tão imensa, não vale a pena. Você não vale a pena. Eu não valho a pena. A gente não vale a pena. E é tão tranqüilizante poder finalmente dizer “fim”. Fim. Pra sempre.

Editado por Patricia Ranghetti, ás 4:32 PM

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